domingo, 27 de maio de 2012

Hospital do Senhor


Hospital do Senhor


Fui ao hospital do Senhor fazer um "check-up" de rotina e constatei que estava doente. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava baixa de ternura. Ao tirar a temperatura, o termômetro registrou 40 graus de egoísmo.

Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que necessitava de uma ponte de amor, pois minha artéria estava bloqueada e não estava abastecendo meu coração vazio.

Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de andar lado a lado com meu irmão e não conseguia abraçá-lo por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha vaidade.

Constatou-se miopia, pois não conseguia enxergar além das aparências.

Queixei-me de não poder ouvi-lo e diagnosticou bloqueio em decorrência das palavras vazias do dia-a-dia.

Obrigado, Senhor, por não ter me cobrado consulta, pela sua grande misericórdia. Prometo, ao sair daqui, somente usar remédios naturais que me indicou e que estão no Evangelho. Vou tomar diariamente, ao me levantar, chá de gradecimento; ao chegar ao trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia; e de hora em hora, um comprimido de paciência, com um copo de humildade.

Ao chegar em casa, Senhor, vou tomar, diariamente, uma injeção de amor e, ao me deitar, duas cápsulas de consciência tranqüila. Agindo assim, tenho certeza de que não ficarei mais doente e todos os dias serão de confraternização e solidariedade.

Prometo prolongar este tratamento preventivo por toda a minha vida, para que quando eu for chamado, possa ser achado digno de ser Seu filho. Obrigado senhor, e perdoe-me. De seu cliente.

"Todos nós vivemos devorados pela necessidade de sermos amados, mas temos medo da insegurança de amar."


Família, nosso maior bem

Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:

- Oh, me desculpe "por favor", foi a minha reação.

E ele disse:

- Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi!

Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu. Então, nos despedimos e cada um foi para o seu lado. Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do meu lado tão em silêncio que eu nem percebi. Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca.

- Saia do meu caminho filho!

E eu disse aquilo com certa braveza. E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido. Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.

Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:

- Quando falava com um estranho, quanta cortesia você usou! Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou com isso! Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São flores que ele trouxe para você. Ele mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul. Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as lágrimas nos olhos dele.

Nesse momento, eu me senti muito pequena. E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas. Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.

- Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim?

Ele sorriu,

- Eu as encontrei embaixo da árvore. Eu as peguei porque as achei tão bonitas como você!. Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul.

Eu disse:

- Filho, eu sinto muito pela maneira como agi hoje. Eu não devia ter gritado com você daquela maneira.

- Ah mamãe, não tem problema, eu te amo mesmo assim!!

- Eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.

Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias. Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas. E nós raramente paramos para pensar nisso.

Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente estamos perdendo.

Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer um "Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante para nós.

Ao invés disso, muitas vezes agimos rudemente, e não percebemos o quanto isso machuca os nossos entes queridos.

A família é o nosso maior bem!!!
Bens Materiais

Preste atenção minha gente no que eu tenho pra dizer
Este fato é muito triste e que jamais vou esquecer:

Existiu um cidadão ganancioso demais,
Só pensava em poder e em bens materiais.

Tinha uma esposa mal amada e um filho por nome Juninho,
A quem pouco dava atenção e jamais dava carinho!

O pai ignorava a família e só pensava no dinheiro
Não tinha morada certa nem tão pouco paradeiro.

Quantas vezes a mãe ao lado de seu filhinho
Passavam Natal, aniversários e outros dias sozinhos.

O filho às vezes chorava querendo o pai encontrar
E a mãe sempre dizia querendo lhe consolar
Seu pai está trabalhando para mais conforto nos dar!

O pai sempre viajando por este chão brasileiro 
Não media as conseqüências
Para ganhar o seu dinheiro.

Certa vez um bom dinheiro ele conseguiu ganhar
Comprou o carro importado que ele vivia a sonhar
E depois de um bom tempo, com a família veio encontrar.

Chegou em casa no seu carro dirigindo
E para a sua família foi logo se exibindo

Era um carro de luxo da cor azul do céu
Que para todos ele mostrava, como se fosse um troféu.

O filho com saudade, perto do pai chegava.
mas ele não dava atenção, nem sequer pro filho olhava.

O homem só falava do carro, até parecia um louco 
Depois de algum tempo, resolveu descansar um pouco.

O pai foi dormir e o garoto ficou acordado
Olhando pra aquele carro viu uma sujeira do lado.

Na inocência de criança querendo o pai ajudar,
Pegou um balde de água para o carro lavar
Pegou uma bucha de aço e começou a esfregar. 

Depois com simplicidade foi correndo o pai acordar!

O homem ao ver o carro todo arranhado
Parecia um animal feroz e descontrolado

E como um demente que não sabe o que faz
Nas mãozinhas do menino começou a bater

A mãe num quarto trancada não podia seu filho ajudar
Vendo o pai com muito ódio o garoto castigar!

O pai mostrando maldade impedia e não deixava 
Que a mãe buscasse socorro para seu filho que ali chorava.

Três dias se passaram de sofrimento sentido
Até que o pai foi consertar o carro ai o filho pode ser socorrido.

O médico deu a notícia tão triste de se escutar
Mãe, a mãozinha de seu filho teremos que amputar!

Em estado de choque a mãe foi internada 
E naquele mesmo dia a cirurgia foi marcada.

Passaram-se alguns dias e o pai foi avisado
A notícia deixou o homem totalmente desesperado.
Saiu correndo para o hospital onde seu filho estava internado.

Quando viu o seu filho, com a mão amputada, começou a chorar.
O menino o abraçou e quis o pai consolar.

Na inocência de criança para o pai começou a falar: 
"Papai eu nunca mais vou fazer você chorar,
Pois eu não tenho minha mãozinha para o seu carro arranhar!"

O homem saiu correndo sem saber o que fazer
Com tanta dor e remorso não queria mais viver.

Não tinha mais solução, não tinha mais outro jeito.
Pegou então uma arma e sem pensar
atirou contra o próprio peito.

Aquele tiro tirou a vida em poucos instantes
De um homem egoísta, covarde e ignorante!

Termino esta triste história e espero não ouvir outras iguais.
E deixo aqui uma mensagem para filhos e pais:
"Na vida há coisas mais importantes do que bens materiais!